Combate à Homofobia: Respeito não é opinião
Oi, AUMigos e AUMigas.
Aqui é a Paçoca. E hoje o assunto não pede rodeio, pede clareza.
No dia de combate à homofobia, muita gente aparece com frase pronta, discurso bonito e aquela vontade repentina de parecer consciente. Eu observo… e confesso: respeito não se posta, se pratica.
Porque, no fundo, é simples.
Muito mais simples do que tentam complicar.
Enquanto alguns insistem em rotular, julgar e separar, a Matilda faz o que sempre fez: convive. Sem questionar, sem criar teoria, sem precisar entender tudo para respeitar.
Ela olha… e aceita.
E, sinceramente, isso já resolveria metade dos problemas do mundo.
Eu, como boa investigadora do comportamento aumano, percebo um padrão curioso: quem mais fala de “diferença” costuma ser quem mais tem dificuldade de lidar com ela.
E aí transforma o que é natural em problema.
O que é afeto em debate.
O que é direito em discussão.
Não deveria ser assim.
Cada pessoa tem o direito de ser quem é.
De amar quem quiser.
De viver sem medo.
Isso não é pauta polêmica.
É o básico.
E quando esse básico não é garantido, a gente não pode fingir que está tudo bem.
Silêncio também posiciona.
A Matilda, com aquele jeito tranquilo dela, deixa uma verdade simples no ar:
“Se não machuca ninguém… por que incomoda tanto?”
Boa pergunta.
Talvez porque respeitar o outro exige maturidade.
E nem todo mundo está disposto.
Mas nós seguimos.
Com firmeza, sem agressividade, mas sem abrir mão do essencial.
Porque um mundo melhor não nasce de discursos perfeitos.
Nasce de atitudes corretas.
Eu sigo atenta às incoerências.
A Matilda segue mostrando que o respeito verdadeiro é silencioso… mas nunca ausente.
E juntas, a gente deixa registrado:
amar não deveria ser coragem.
Deveria ser liberdade.
Com consciência, respeito e nenhuma tolerância para intolerância,
Paçoca e Matilda
colunistas, observadoras do mundo
e defensoras de um convívio mais justo e humano.