Combate ao Fumo: Respirar também é um direito
Oi, AUMigos e AUMigas.
Aqui é a Paçoca. E hoje o assunto não tem muita poesia, não. Tem realidade.
Fumar ainda é tratado por muita gente como escolha individual.
E até pode ser… até o momento em que essa escolha começa a invadir o espaço do outro.
Porque a fumaça não pede licença.
Ela entra.
Se espalha.
Fica.
Eu observo isso com atenção. Casas fechadas, ambientes compartilhados, carros… e ali estamos nós, respirando junto. Sem escolha. Sem opção de abrir a porta e dizer “prefiro ar limpo, obrigado”.
A Matilda, com aquele jeito calmo dela, não reclama.
Mas se afasta. Procura outro canto. Outro ar.
E isso já diz muita coisa.
Porque nem todo desconforto faz barulho.
Mas continua sendo desconforto.
O problema não é só quem fuma.
É quem esquece que não está sozinho.
Animais, crianças, idosos… todos são afetados.
E nós, AUMigos, sentimos muito mais. O cheiro, o ar, a mudança no ambiente.
Tudo chega mais forte.
E não tem escolha.
Eu, Paçoca, sou direta: respeito também se mede pelo ar que a gente compartilha.
Se você pode evitar que o outro respire algo que faz mal… evite.
Não é sobre proibir.
É sobre considerar.
A Matilda resumiria assim:
“Cuidar também é não expor.”
Simples.
E suficiente.
Combater o fumo não é só campanha.
É atitude diária.
É consciência de que viver junto exige responsabilidade.
Eu sigo atenta ao que não se vê, mas se sente.
A Matilda segue escolhendo sempre o caminho mais leve.
E juntas, a gente lembra:
respirar bem não é luxo.
É o mínimo.
Com firmeza, cuidado e ar limpo,
Paçoca e Matilda
colunistas, observadoras do ambiente
e defensoras do direito básico de respirar em paz.