Justiça social, segundo a Paçoca (com a sensatez da Matilda)
Oi, AUMigos e AUMigas.
Aqui é a Paçoca. E hoje o assunto é daqueles que fazem a gente parar, sentar direito e prestar atenção.
No dia 20 de fevereiro, o mundo lembra o Dia Mundial da Justiça Social. Um nome grande para uma ideia que deveria ser simples: todo mundo merece dignidade, respeito e oportunidade. Gente… e animais também, viu?
Eu observo a cidade do meu ponto estratégico e aprendi uma coisa importante: onde falta justiça para as pessoas, quase sempre falta cuidado para os animais. Onde tem abandono humano, tem abandono animal. Onde tem fome, tem prato vazio para todos os lados.
A Matilda costuma dizer, com aquele silêncio sábio dela, que justiça social é equilíbrio. É olhar para o outro e entender que ninguém escolhe nascer em vulnerabilidade. Que ajudar não é favor, é responsabilidade coletiva.
Quando falamos de justiça, falamos de acesso. Acesso à saúde, à informação, à moradia, ao cuidado. Falamos de quem luta todos os dias para sobreviver e de quem, mesmo assim, estende a mão. Falamos também dos protetores, dos cuidadores comunitários, das ONGs e de quem não vira o rosto diante da dor — seja ela humana ou de quatro patas.
Eu, Paçoca, sou prática: justiça social é garantir que ninguém fique invisível. Nem o morador em situação de rua. Nem o idoso esquecido. Nem o animal abandonado no canto da calçada.
A Matilda complementa com calma: justiça começa no respeito diário, nos pequenos gestos, na empatia que não tira folga.
Que o dia 20 de fevereiro não seja só uma data no calendário.
Que seja um lembrete de que uma sociedade justa cuida de todos os seus integrantes.
Eu sigo latindo por um mundo mais justo.
A Matilda segue mostrando que justiça, quando é de verdade, também sabe ser gentil.