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Febraban alerta para golpe do falso emprego e orienta consumidores a redobrarem atenção

Criminosos se passam por recrutadores e usam vagas falsas para capturar dados, pedir dinheiro e aplicar fraudes

De acordo com a Febraban, criminosos se passam por falsos recrutadores e também como integrantes de falsas agências de emprego enviando mensagens por WhatsApp, e-mail ou em redes sociais. Marcello Casal jr/Agência Brasil
De acordo com a Febraban, criminosos se passam por falsos recrutadores e também como integrantes de falsas agências de emprego enviando mensagens por WhatsApp, e-mail ou em redes sociais.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou comunicado nesta terça-feira (12) alertando para o golpe do falso emprego. Segundo a entidade, criminosos abordam pessoas que estão procurando trabalho com ofertas que parecem imperdíveis, mas servem como isca para capturar dados de candidatos.

De acordo com a Febraban, os golpistas se passam por falsos recrutadores e também por integrantes de falsas agências de emprego, enviando mensagens por WhatsApp, e-mail ou redes sociais. Com isso, conseguem fotos das vítimas, imagens de documentos, informações bancárias e assinaturas digitais.

Além de roubar dados, os criminosos também podem pedir dinheiro para taxa de inscrição, realização de falsos exames médicos ou pagamento de curso preparatório para uma vaga que não existe. Entre os riscos citados pela Febraban estão o prejuízo imediato com essas despesas fictícias e o uso da imagem das vítimas em autenticações biométricas. Com documentos e informações bancárias em mãos, os criminosos ainda podem levantar financiamentos em nome das pessoas que caíram no golpe.

No comunicado, a Febraban afirma que, no golpe do falso emprego, os criminosos cometem estelionato, furto mediante fraude e apropriação indébita, crimes previstos no Código Penal. A entidade orienta a desconfiar de processos seletivos simplificados e de salários muito acima da média, verificar se a vaga existe de fato no site ou nas redes sociais da empresa e não enviar documentos, dados bancários ou assinatura digital sem certeza da idoneidade da empresa.