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Noad tira do ar mais de 90 perfis que compartilharam vídeo de estupro coletivo

Plataformas de redes sociais foram comunicadas após investigadores solicitarem a exclusão; autores das postagens serão investigados

Além da exclusão dos conteúdos, também foram preservados os dados para seguimento da investigação Divulgação/Governo de SP
Além da exclusão dos conteúdos, também foram preservados os dados para seguimento da investigação

O Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, identificou e tirou do ar mais de 90 perfis de plataformas de redes sociais que compartilharam os vídeos do caso do estupro coletivo de dois menores, ocorrido no dia 21 de abril na zona leste de São Paulo.

O compartilhamento desse tipo de conteúdo é crime, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ainda que a intenção de quem publica seja a de ajudar na solução do caso. A prática é punida com reclusão de 1 a 4 anos, além de multa.

As plataformas de redes sociais foram comunicadas após os investigadores do Noad solicitarem a exclusão dos conteúdos. Além disso, os dados também foram preservados para o seguimento da investigação.

Os perfis foram monitorados, a exclusão foi solicitada, bem como a preservação dos dados para as investigações, e o The National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), organização não-governamental que age como um repositório central para denúncias, também foi citado no texto-fonte.