Piracicaba

Semae realiza simulado de emergência para segurança com cloro em estação de tratamento de água

Treinamento na ETA Capim Fino visa aprimorar resposta a vazamentos e proteger servidores e população de Piracicaba

Em simulado, após soar alarme, servidores se equipam para combater vazamento de cloro Prefeitura Piracicaba
Em simulado, após soar alarme, servidores se equipam para combater vazamento de cloro
Após simulado, todos os envolvidos relatam suas experiências com o simulado Prefeitura Piracicaba
Após simulado, todos os envolvidos relatam suas experiências com o simulado
Alex Lazaro Barbosa, técnico de Segurança do Trabalho do Semae Prefeitura Piracicaba
Alex Lazaro Barbosa, técnico de Segurança do Trabalho do Semae

O Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) de Piracicaba realizou na manhã de hoje, 2101, um simulado interno do Plano de Ação de Emergência (PAE) para Cloro. A atividade ocorreu na Estação de Tratamento de Água (ETA) Capim Fino, com o objetivo de aperfeiçoar os procedimentos de segurança e preparar as equipes para atuação em eventuais situações de emergência envolvendo o produto químico. A ação faz parte do programa anual de capacitação da autarquia. O Semae destacou que o treinamento é controlado, não utiliza cloro real, não oferece risco aos servidores ou à população e não gera impacto no abastecimento de água da cidade. Participaram da iniciativa equipes da ETA, do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt), servidores do setor Operacional, da Central 115 e do Programa de Gerenciamento de Risco (PGR). Alex Lazaro Barbosa, técnico de Segurança do Trabalho do Semae e coordenador do simulado, ressaltou a rotina desses treinamentos. “Em caso de vazamento de cloro, que é um produto químico muito perigoso, até letal, precisamos estar com esse plano de emergência pronto para mitigar a situação e não tenha nenhum dano, nem pessoal, ao Semae, nem para a comunidade”, afirmou. O PAE é uma exigência do PGR do Semae e segue as orientações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Segundo Barbosa, “todos os operadores passam, pelo menos, por dois treinamentos deste por ano. Nessa unidade, nós nunca tivemos vazamento de cloro de grande proporção, mas apesar da nossa manutenção preventiva e cumprimento das normas técnicas, o risco ainda existe, por isso sempre esse treinamento, pois isso é para a segurança de todos”. Valdir Scopin, operador de tratamento de água da ETA Capim Fino e um dos responsáveis pelas ações de contenção, explicou o protocolo. “Quando identificamos o vazamento a primeira coisa é soar o alarme para evacuação total. Depois, nós responsáveis pela contenção, colocamos os EPIs, como roupa, calçado, luvas e máscara especiais, além dos cilindros de oxigênio – para não inalar o gás. Em seguida, vamos averiguar onde estão os pontos de vazamento e fazer o combate de acordo com sua proporção”. Scopin enfatizou que a contenção é sempre feita por, no mínimo, dois operadores com treinamento específico e ferramentas especiais. “A importância deste treinamento e do nosso trabalho é preservar a vida e segurança dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de problema no abastecimento de água na cidade”, completou. Ronald Pereira, presidente do Semae, salientou a relevância do treinamento para a segurança. “A capacitação contínua no Plano de Ação de Emergência garante que nossos operadores estejam preparados para agir de forma rápida e eficiente em situações críticas. Ao implementar esses simulados regularmente, reforçamos nosso compromisso com a segurança no abastecimento de água em Piracicaba”, declarou o presidente.