Entre o amor e a tradição: Santo Antônio, o coração de Piracicaba
Oi, AUMigos e AUMigas.
Aqui é a Paçoca. E hoje o calendário resolveu juntar duas coisas que mexem com os aumanos: amor e esperança.
Dia 12 de junho é o famoso Dia dos Namorados.
E, ao mesmo tempo, é dia de Santo Antônio, padroeiro da nossa querida Piracicaba.
Ou seja, é quando o coração bate mais forte… e a fé entra em campo.
Eu observo tudo com atenção. Tem gente comprando presente, tem gente esperando mensagem, tem gente fazendo promessa… e tem gente olhando pro lado e percebendo que o amor, às vezes, já está ali, só não tinha sido notado.
Enquanto isso, a Matilda… bom, a Matilda não complica.
Ela entende amor como presença.
Como companhia tranquila.
Como aquele alguém que fica — sem precisar de data.
E talvez Santo Antônio, lá do alto da sua fama de “casamenteiro”, já tenha percebido isso faz tempo.
Porque amor não é só encontrar alguém.
É construir.
É cuidar.
É permanecer mesmo quando o encanto vira rotina.
Eu, Paçoca, sou mais direta:
não adianta acender vela, fazer promessa e depois esquecer do básico.
Respeito, atenção, paciência.
Sem isso, nem Santo Antônio resolve.
Mas também não vou negar… tem algo bonito nesse dia.
Essa vontade coletiva de acreditar no encontro, no vínculo, no recomeço.
E sendo padroeiro da cidade, Santo Antônio carrega mais do que tradição.
Carrega história, identidade e aquele sentimento de pertencimento que faz Piracicaba ser mais do que um lugar — ser casa.
A Matilda resumiria assim, com aquele olhar manso dela:“Amor é quando a gente se sente seguro para ficar.”Simples.E raro.
Então, neste 12 de junho, fica o convite:
menos expectativa, mais presença.
Menos pressa, mais cuidado.
E, se for pra pedir algo… peça sabedoria para manter.
Eu sigo observando os romances aumanos.
A Matilda segue acreditando no amor silencioso.
E juntas, a gente reconhece: quando é de verdade, não precisa de mil provas…só de constância.
Com afeto, fé e um olhar atento para os encontros da vida,
Paçoca e Matilda
colunistas, observadoras do coração aumano
e defensoras do amor que fica.