Coluna da Paçoca

O Dia Internacional da Mulher, segundo a Paçoca (com a força serena da Matilda)

O Dia Internacional da Mulher, segundo a Paçoca (com a força serena da Matilda)

Oi, AUMigos e AUMigas.

Aqui é a Paçoca. E hoje o assunto pede respeito, atenção e memória.

No dia 8 de março, o mundo lembra o Dia Internacional da Mulher. Não é data de flor por obrigação, nem de frase bonita que dura 24 horas. É dia de lembrar luta, resistência e caminhos abertos com muito esforço.

Eu observo o mundo da altura do sofá e percebo: mulheres fazem tudo funcionar. Cuidam, trabalham, lideram, sustentam, acolhem, enfrentam. Muitas vezes em silêncio, muitas vezes em dobro. E, ainda assim, seguem em frente.

A Matilda, com aquele jeito tranquilo e olhar profundo, costuma dizer que força não precisa gritar. Às vezes ela está na constância, na coragem diária, na capacidade de seguir mesmo quando o cansaço aperta.

O 8 de março fala de direitos, de igualdade, de respeito. Fala de mulheres que vieram antes, das que estão aqui agora e das que ainda virão. Fala da necessidade de um mundo mais justo, onde oportunidades não dependam de gênero e onde o cuidado não seja invisível.

Eu, Paçoca, acrescento: quando uma sociedade valoriza suas mulheres, ela se torna mais humana. Mais sensível. Mais justa. Isso vale para gente, para animais, para todos os seres que dividem o mesmo espaço.

A Matilda encerra com calma, mas firme: celebrar é importante, mas proteger, respeitar e garantir direitos é essencial todos os dias.

Que o 8 de março seja lembrança, reflexão e compromisso.

Hoje e sempre.

Eu sigo atenta às injustiças.

E a Matilda segue mostrando que a verdadeira força também sabe ser gentil.

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